Serra do Rola Moça
Serra do Curral

De acordo com a lenda eternizada pelo escritor Mário de Andrade em um de seus poemas, a origem do nome se deveu a um incidente na montanha. Há muito tempo um casal de noivos, logo após a cerimônia religiosa, atravessava a serra rumo a nova morada. Ao passarem pela borda de um grotão, o cavalo em que a moça se encontrava derrapou no cascalho e despencou ribanceira abaixo, para absoluto desespero do jovem marido que, em pânico, na tentativa de salvar a sua esposa, esporou seu animal, vindo a ter o mesmo destino. Desde então, afirma o escritor, ‘a Serra do Rola Moça / Rola Moça se chamou’.

A atual ocupação humana na região se deu principalmente durante o Período do Ouro, quando a descoberta e a exploração geraram forte fluxo populacional para a região das minas. A passagem do século XVIII para o XIX representou uma quebra no desenvolvimento não apenas da Região Central, mas também de todo o território mineiro. Ainda no início do século XIX, começou a se impor a extração de ouro através de minas subterrâneas.

O século XX marcou, em toda a região centro-mineira, a introdução de novas atividades econômicas, especialmente voltadas para a produção metalúrgica e siderúrgica. Com isto, a capital Belo Horizonte polarizou o processo de desenvolvimento industrial desta região, principalmente após 1941, quando foi criada a Cidade Industrial.

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Promotoria

Apoio Técnico:

GGN

Apoiadores Financeiros:

CNPQ  Finep  Fapemig

Parceiros:

INCT Acqua  Codap  Cedecap

Uma realização:

Instituto Quadrilátero  Geopark Quadrilátero Ferrífero

Produção:

Orange Editorial

Curadoria Digital: Helio Martins

Textos: Thais Pacheco

Imagens: Bruno Senna, Helio Martins - Raw Filmes

Interpretação da paisagem: Doutora Jeanne Cristina Menezes Crespo

Ilustrações: Leandro Moraes - Estúdio Caraminholas

Música: Sergio Pererê

Coordenação Geral: Renato Ciminelli - Presidente do Instituto Quadrilátero / Geopark